“As massas humanas mais perigosas são aquelas em cujas veias foi injetado o veneno do medo. Do medo da mudança.”

“Ah, os nossos libertários! Bem os conheço, bem os conheço. Querem a própria liberdade! A dos outros, não. Que se dane a liberdade alheia. Berram contra todos os regimes de força, mas cada qual tem no bolso a sua ditadura.” (Nelson Rodrigues)

O escritor Nelson Falcão Rodrigues, nasceu no Recife em 1912 e faleceu no Rio de Janeiro em 1980. Desembarcou no Rio de Janeiro em 1916, com seus pais e irmãos. O seu pai, Mário Rodrigues, foi Jornalista brilhante e combativo.
Na família Rodrigues muitos seguiram a profissão do pai inclusive o Nelson, ainda adolescente começou a trabalhar no jornalismo. Os primeiros anos no Rio de Janeiro, foram de muitas privações, porém Nélson descobriu nos tenros anos de sua existência o valor da união na família, o valor do trabalho, o valor da solidariedade entre os irmãos, a essência de sua liberdade humana e sentido de vida.
Nesses dias em que comentou-se muito nos veículos de informação sobre os quinze anos de morte de Ayrton Senna da Silva, piloto brasileiro tricampeão de Fórmula1, não poderia deixar de registrar minhas impressões sobre esse assunto que envolve emoções de nostalgia e tristeza.
Recordo daquele 1º de maio com bastante precisão em alguns momentos, principalmente quando estava acompanhando a corrida, estava sentado no sofá da sala de minha casa, a corrida ocorreu na parte da tarde, a largada tinha sido boa para Ayrton, mas os minutos seguintes foram surpreendentes, sobretudo aquela fração de segundos entre a batida no muro da curva Tamburello, e o momento que Senna balança a cabeça, tal imagem ainda permanece viva em minha memória.
Senti grande tristeza naquele instante, não tenho vergonha em dizer que fiquei angustiado ate o recebimento da noticia fatal, e que após essa noticia, chorei copiosamente.
Os mais críticos, podem até afirmar que Senna foi um herói fabricado, que foi empurrado nas consciências dos brasileiros por um canal televisivo. A questão aqui não é definir o teor do legitimo herói, pois muitos anônimos podem e são heróis autênticos, que no cotidiano de suas vidas fazem verdadeiros atos fantásticos na luta pela sobrevivência e na tentativa de auxiliar outras pessoas.
Mas quem acompanhou a trajetória de Senna na Fórmula 1, criou certa cumplicidade com seus atos. Uma nação carente de grandes referencias esportivas, tinha nele o grande modelo de vencedor.
Passados quinze anos de seu falecimento, muitos ainda devem sentir nostalgia ao ouvir o tema da vitória, facilmente associado às conquistas nas pistas por Senna. O ato de pegar a bandeira do Brasil e desfilar com ela no seu carro demonstrava ao mundo que o sentimento pela sua nação era grande, e isso nos tornava orgulhosos, e, pelo menos naqueles instantes, o sentimento de patriotismo aflorava em nossos corações…
Por Roberto Silva

“A dúvida é desagradável, mas a certeza é ridícula.”
Voltaire

“O Café é o ouro do homem comum e, como o ouro, traz a todo homem o sentimento de luxúria e nobreza. Onde é servido, há graça e esplendor, amizade e alegria. Todas as preocupações desaparecem quando uma xícara de café é levada aos lábios.”

As indagações
A resposta certa, não importa nada: o essencial é que as perguntas estejam certas.

“Um homem é o que ele lê, come e bebe na vida.
Logo deve escolher a melhor leitura, a melhor comida
e a melhor bebida, o café…”

“A amizade é semelhante a um bom café; uma vez frio, não se aquece sem perder bastante do primeiro sabor.”
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